Devido a problemas pessoas, parei hoje para refletir um pouco sobre meu conhecimento de mundo. Não me considero um religioso mas admiro muito os ensinamentos bíblicos. O verso mais genial de todo o livro (ou pelo menos da pequena parte que eu já li dele) é o: "Amai ao próximo como a ti mesmo", em minha humilde opinião de leitor casual. Até ontem eu ingenuamente acreditava que, se as pessoas seguissem isso, o mundo seria um lugar perfeito. Todo o amor próprio igualmente distribuído entre todos. Veríamos caridade na rua, generosidade, abraços, beijos, serenatas... Teríamos um mundo que ganharia fácil de um cenário de algum livro romântico. Mas cara, eu estava errado por um simples fato: as pessoas não se amam mais. "Você nasceu burro ou fez curso pra isso? A grande maioria das pessoas é orgulhosa e egoísta" - Muitos dirão. - E é exatamente aí que está o erro. Egoísmo não é amor-próprio. E como as pessoas podem amar umas as outras se elas nem se amam?
Vejo casais mais preocupados em demonstrar seu sentimento de amor pra Deus e pro mundo que para seus parceiros. Vejo "intelectuais" muito mais preocupados em ditar o que está certo do que refletir sobre seu conhecimento. Pessoas mais preocupadas com quantas curtidas recebem em fotos de instagram ou facebook do que com quantas pessoas elas já arrancaram o sorriso. Pessoas que postam cada vez mais sua felicidade por meio de snaps, tweets e afins e que a aproveitam cada vez menos. Aquelas pessoas se amam?
Não, caro amigo. Elas não se amam. O que elas realmente amam é o que tem. Amam a imagem que as outras pessoas tem sobre elas. Estão se diferenciando cada vez mais não por gostarem mas sim por acharem que chamam a atenção o fazendo. Não é atoa que o número de casos de depressão, crises de identidade e outros problemas psicológicos cresce cada vez mais.
Dói muito dizer mas, mesmo sendo o maior ensinamento do cristianismo, "amar o próximo como a ti mesmo" não resolve o problema da sociedade sozinho. As pessoas se corromperam tanto que ele já não serve mais. A empatia (colocar-se no lugar do outro para tentar entender o que ele sente) simplesmente já não funciona. Como me colocarei no lugar de uma mulher estuprada ou de um homem que foi para a guerra se meu maior problema é "não ter um Galaxy S7" ou "não ter a visibilidade nas redes sociais que eu acho que mereço"?
Como seria a Terra
que um ser amasse o outro
sem que o amor-próprio o aterra?
Parei hoje para refletir um pouco
e minha conclusão é triste
espero que não me chame de louco
A gente cada vez mais resiste
a aproveitar a felicidade
pois o celular em tocar insiste
Casais só demonstram cumplicidade
quando em público estão.
Mas em quatro paredes em sua briga há reciprocidade.
Por isso insisto, mesmo sem parecer ter razão.
Não busque o egoísmo. Tenha empatia.
Eu suplico: abra seu coração. S2
Vejo casais mais preocupados em demonstrar seu sentimento de amor pra Deus e pro mundo que para seus parceiros. Vejo "intelectuais" muito mais preocupados em ditar o que está certo do que refletir sobre seu conhecimento. Pessoas mais preocupadas com quantas curtidas recebem em fotos de instagram ou facebook do que com quantas pessoas elas já arrancaram o sorriso. Pessoas que postam cada vez mais sua felicidade por meio de snaps, tweets e afins e que a aproveitam cada vez menos. Aquelas pessoas se amam?
Não, caro amigo. Elas não se amam. O que elas realmente amam é o que tem. Amam a imagem que as outras pessoas tem sobre elas. Estão se diferenciando cada vez mais não por gostarem mas sim por acharem que chamam a atenção o fazendo. Não é atoa que o número de casos de depressão, crises de identidade e outros problemas psicológicos cresce cada vez mais.
Dói muito dizer mas, mesmo sendo o maior ensinamento do cristianismo, "amar o próximo como a ti mesmo" não resolve o problema da sociedade sozinho. As pessoas se corromperam tanto que ele já não serve mais. A empatia (colocar-se no lugar do outro para tentar entender o que ele sente) simplesmente já não funciona. Como me colocarei no lugar de uma mulher estuprada ou de um homem que foi para a guerra se meu maior problema é "não ter um Galaxy S7" ou "não ter a visibilidade nas redes sociais que eu acho que mereço"?
Como seria a Terra
que um ser amasse o outro
sem que o amor-próprio o aterra?
Parei hoje para refletir um pouco
e minha conclusão é triste
espero que não me chame de louco
A gente cada vez mais resiste
a aproveitar a felicidade
pois o celular em tocar insiste
Casais só demonstram cumplicidade
quando em público estão.
Mas em quatro paredes em sua briga há reciprocidade.
Por isso insisto, mesmo sem parecer ter razão.
Não busque o egoísmo. Tenha empatia.
Eu suplico: abra seu coração. S2
Nenhum comentário:
Postar um comentário